O tarifaço de Trump e a resposta do Brasil

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou o pacote de tarifas comerciais “Dia da Libertação”, que impõe sobretaxas recíprocas a países com barreiras consideradas desproporcionais. As tarifas variam por país, chegando a 49% no caso do Camboja. O Brasil, Singapura e Reino Unido receberam as menores taxas, de 10%. Segundo o Bradesco, essa medida pode gerar um impacto econômico de US$ 2 bilhões nas exportações brasileiras. Trump afirmou que o pacote representa o “renascimento” da indústria americana, alegando que os contribuintes foram prejudicados por décadas. A partir de quinta-feira (3), carros e autopeças importados também serão taxados em 25%.

Trump continua jogando com sempre. Faz grande pressão e depois negocia como quer, para conseguir o que quer em troca da diminuição de pressão. Prova disso é que o secretária do Departamento de Agricultura dos EUA (Usda), Brooke Rollins, disse que visitará o Brasil nos próximos meses para renegociar termos do comércio agrícola e buscar maior equilíbrio nas relações bilaterais. A iniciativa faz parte da estratégia do governo Trump de ampliar o acesso global aos produtos agropecuários americanos. Segundo um ofício da embaixadora Maria Luiza Ribeiro Viotti, o déficit comercial agrícola dos EUA com o Brasil é de US$ 7 bilhões. Rollins também visitará outros países, como Índia, Japão e Peru, em busca de novos mercados para os produtores americanos.

Donald Trump anuncia tarifas no que chamou “Dia da Libertação”

Segundo especialistas em comércio exterior, o Brasil tem uma “arma poderosa” na mesa para pressionar por uma negociação: ameaçar os EUA com retaliações na área de propriedade intelectual, como quebra de patentes e suspensão de royalties pagos a empresas americanas.

Essa possibilidade acaba de ser autorizada com a aprovação de uma nova lei no Congresso, ampliando os instrumentos de reação do país a barreiras comerciais consideradas injustas.

A ideia é que essa nova legislação permita ao Brasil adotar retaliações sem necessidade de prévia autorização da Organização Mundial do Comércio (OMC) — órgão que está quase paralisado. No caso dos Estados Unidos, a medida sobre propriedade intelectual poderia atingir produtos farmacêuticos e da indústria cultural, como filmes, por exemplo.

A estratégia de ameaçar os EUA com ações sobre propriedade intelectual seria similar ao que o Brasil fez em 2009, quando foi autorizado pela Organização Mundial do Comércio a retaliar os Estados Unidos por causa dos subsídios que o país dava à produção de algodão. No entanto, embora o Brasil tenha recebido autorização para retaliar os Estados Unidos, o país não aplicou as medidas e usou essa “arma” para negociar um acordo com a Casa Branca.

A tarifa de 10% imposta aos produtos brasileiros ficou abaixo da aplicada a outros países, que também foram alvo do tarifaço trumpista, como China (34%), Índia (26%), Japão (24%) e União Europeia (20%).

A justificativa do republicano é que esses países cobram taxas de importação altas dos EUA e devem ser tratados com reciprocidade. “Isso quer dizer que, o que fazem conosco, faremos como eles”, disse o republicano. Apesar das promessas de Trump, críticos do aumento das tarifas dizem que a medida vai encarecer a produção americana e provocar uma guerra comercial global.

Além da retaliação sobre propriedade intelectual, a lei aprovada no Congresso prevê outros mecanismos de reação, como a ampliação de taxas de importação ou restrições às quantidades importadas de países que adotarem barreiras comerciais contra o Brasil.

No entanto, os especialistas explicam que não é interessante para o Brasil simplesmente elevar as tarifas de importação contra os Estados Unidos porque isso encareceria produtos que compramos dos americanos, impulsionando a inflação. Além disso, boa parte do que o país compra dos EUA são insumos usados pela indústria brasileira, o que encareceria a produção nacional, diminuindo sua competitividade.

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